sexta-feira, 15 de junho de 2012

Para a classe de 2012: Nunca se esqueça de respirar, rir e beijar quem você ama

Tradução da coluna do Duff na Seattle Weekly (Reverb):


Esta é a época do ano em que faculdades, escolas de Ensino Médio e todos os outros níveis de instituição de ensino estão liberando e formando estudantes. No mundo ocidental, homens e mulheres, garotos e garotas estão dando seus passos para um nível mais alto de educação ou “se formando” para a vida além da universidade.
Se você tem quase a minha idade, irá apreciar quando eu digo: Eu gostaria de saber o que eu sei agora. Pensávamos que sabíamos tudo naquela época. Nós sabíamos apenas um pouco.
Não estou sugerindo que os adolescentes e jovens adultos ainda não são inteligentes. Mas a maioria não deve ter recebido os informativos, as duras lições que você aprende da maneira mais difícil lá fora, na guerra maravilhosa que chamamos de vida:
A desilusão.
Alguns pagamentos com vale-refeição.
Se apaixonar.
Ver diferentes culturas.
Ficar perdido em uma cidade estranha.
Ficar quebrado.
Ficar rico?
Comprar seu próprio carro.
Um contrato de locação.
Um documento de empréstimo.
Comprar uma casa.
Perder uma casa.
Ter velhos ressentimentos.
Viver com arrependimento.
Experimentar uma vida-vitória de substância.
Experimentar uma depressão adulta/crise de pânico (eles estão ligados, eu entendo).
Ter um vício.
Ter dependência alcoolica.
Ficar limpo.
Ter filhos.
Ter recaídas.
A lista continua.

Estes são acontecimentos que todos nós experimentamos, de uma forma ou de outra, conforme a vida progride.
Um truque que eu aprendi ao longo do caminho é ter um herói como inspiração. Pode ser tão simples como querer ser a personagem de Clint Eastwood em “The Good, the Bad and the Ugly” ou aspirar ser como a Oprah. Há muitas e variáveis pessoas (como um tio ou tia, um pai, um instrutor de yoga, ou Bruce Lee).
Ter um herói pode fazer você passar por alguns destes momentos difíceis do inferno. Você pode se perguntar: “O que Clint faria agora?” quando houver necessidade de ter alguns nervos de aço.
Respirar é importante também.
Então sorria. Ria pra caramba. Isto é importante.
E FAÇA as coisas. Você provavelmente vai querer se perguntar se você está fazendo hoje as coisas que você queria fazer em seu último dia de vida. Que vida plena você poderia ter se, de fato, vivesse todos os seus dias como se fosse o seu último dia.
Uma última coisa: Beije aquela pessoa que você ama e cumprimente aquela pessoa que você não ama tanto.
Bem vindo ao verão, juventude, e dê boas-vindas para o resto de sua vida. É isto o que você faz dela... eu acho. Até agora, pelo menos.


Originalmente publicado em 14 de junho de 2012: http://blogs.seattleweekly.com/reverb/2012/06/to_the_class_of_2012_dont_ever.php

 
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